Ads 468x60px

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Padroeira da Cidade de Goiania Goias

A celebração da Festa, no dia 24 de maio, remonta ao Pontificado de Pio VII, nos tempos napoleônicos.
Não foi por acaso que Maria Auxiliadora foi escolhida para ser a protetora de nossa cidade, de nossa Arquidiocese, de nossa Catedral. Há um fundamento histórico-afetivo para essa escolha: a primeira missa celebrada no local da futura catedral de Goiás, à sombra de uma árvore do cerrado, tinha no altar um rústico quadro com a efígie de Nossa Senhora Auxiliadora. Era intenção da primeira dama do Estado, Dona Gercina Borges, colocar sob o patrocínio da Virgem Auxiliadora a cidade que seria a nossa bela Goiânia. Isto com o beneplácito jubiloso do velho Arcebispo Dom Emanuel que, como bom salesiano, ficou feliz em ter a “Virgem de Dom Bosco” como padroeira de seu rebanho.
O primeiro templo religioso de Goiânia foi uma capela onde se instalou a 1ª paróquia da cidade, cujo orago é Nossa Senhora Auxiliadora. Ao ser criada a Arquidiocese de Goiânia, Nossa Senhora Auxiliadora foi designada sua padroeira principal. E, num gesto histórico e patriótico, os nobres edis de nossa Câmara Municipal criaram uma lei, outorgando o título de Padroeira da cidade de Goiânia à Nossa Senhora Auxiliadora e declarando feriado municipal o dia de sua festa litúrgica: 24 de maio.
Todos os sábados, ao final da Santa Missa das 19h, nós nos voltamos para a imagem da Virgem e, com os braços estendidos, fazemos a nossa consagração a Nossa Senhora e lhe pedimos as bênçãos suas e de seu filho Jesus. No dia de sua festa, renovamos esse gesto e repetimos esta prece: “Que Maria nos leve até Jesus”.
No dia 24 de maio, Festa de Nossa Senhora Auxiliadora, o Senhor Arcebispo Dom Washington Cruz, CP, vai celebrar a Santa Missa às 9h, na Catedral.
Mons. Nelson Rafael Fleury
Vigário paroquial da Catedral

domingo, 8 de maio de 2011

Namorar, Ficar ou Transar ?

O homem um ser social O ser humano foi criado para viver em comunhão: primeiro, com o seu Criador (relação vertical); e, depois, com os seus semelhantes (relação horizontal). Na verdade, esse é o plano divino para nossas vidas. Foi o próprio Senhor Deus quem declarou: “Não é bom que o homem esteja só…”(Gn. 2: 18). Lemos, ainda, na Sua Palavra que “Melhor é serem dois do que um…” (Ec 4:9). Portanto, a solidão se opõe ao plano divino, e, por isso mesmo, resulta em várias feridas na alma, tais como: sentimento de desconforto, de inutilidade; auto-estima baixa; depressão; ausência de laços afetivos; prostração; e, até mesmo, saudade. Para vencer a solidão, precisamos de amizade, simpatia, empatia, cooperação, namoro, casamento. Sentimos necessidade de amizade verdadeira, de alguém que chegue quando todos saem, isto é, alguém que permaneça ao nosso lado quando mais ninguém está. Mas, por outro lado, a solidão não pode levar a pessoa a aceitar qualquer tipo de relacionamento. Quantas vezes já se ouviu: “Ruim com ele (ela), pior sem ele (ela)…” ? Obviamente tal afirmativa não pode expressar uma verdade, não é mesmo?
Leia Mais..
 

Breve

.

Sample Text

Breve

..